quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Inauguração da Cordelteca

Na quarta, dia 12 às 10 horas, estivemos entregando a 1ª Cordelteca de Caruaru e agreste central. A escola contemplada foi E. M. Laura Florêncio, como idealizador da mesma, fiz um breve discurso.


Daí pensei em criar um meio, dos alunos e público em geral, só pegar o cordel que realmente vai ler, com isso haverá durabilidade, foi aí que elaborei um Cardápio, onde costa um resumo de cada história.



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

A TEATRALIDADE DO CORDEL

A TEATRALIDADE DO CORDEL

No 1º semestre estivemos na Escola Municipal Altair Porto, não rendeu muito, daí fomos relocados para a Escola de tempo integral Dr. Ruben Lima Barros. Iniciamos as aulas em 14 de agosto/2012. 
Alunos do 6º ao 9º ano, aprendem, pelas técnicas da dramaturgia, a transformar o texto cordelisado em texto teatral.

Aqui o 9º ano lendo e reescrevendo o cordel, já na forma teatral. O cordel estudado é "O romance de João Cambadinho e a Princesa do Reino de Mira-Mar", autor: Inácio Carioca.



Nessa foto, exercícios de interpretação.


Agora duas alunas leem parte do texto teatral e os demais analisam.
                        
      

Com o 8º c, foi entregue um texto já pronto, baseado no cordel "As Aventuras de Ripió Lacraia" de Chico de Assis. Aqui a turma faz uma leitura de gabinete.



Nessa foto, alunos fazem uma leitura dramatizada do mesmo texto.

O 7º ano f, trabalha o cordel "O Velho que Enganou o Diabo", autor: Zé Catolé.
Nessa turma só 4 alunos se propuseram a fazer a dramaturgia do texto poético.
                                      

Um mês depois, mais 2 alunos resolveram participar


Outros participam das aulas de interpretação.



Expressão corporal.

Improvisação


Interpretação.

Aqui, leitura de parte do texto dramatizado.

Já o 6º g, escolheu fazer uma improvisação livre do cordel "O Depoimento que o Matuto deu ao Delegado" autor: .......... 
aqui alguns alunos esboçam umas cenas.



Aqui, procedem com a leitura do cordel por completo.

Agora começa a improvisação. Uma aluna, ao alto, lê o cordel e os demais vão revivendo as cenas da narração.









sexta-feira, 18 de maio de 2012

Fotos de Nelson Lima ensinando, pela rede municipal de ensino, aulas de métrica e rima, aulas que aconteceram entre março e maio de 2012.

Escola Landelino Rocha - Área Rural


 Escola Teresa Neuma



Escola Clemente de Souza - Área Rural

Escola Alfredo Pinto - Área Rural






quarta-feira, 9 de maio de 2012

Se já conferiu as fotos do Zé na Feira Livre, agora dê uma olhadinha no vídeo da atuação do "Zé do Cordé e Zefa Cordelina". São apenas 24 segundos.

sábado, 5 de maio de 2012

NA FEIRA DE TROCA-TROCA

 Nelson Lima e Nadege Silva, interpretaram as personagens Zé do Cordé e Zefa Cordelina na feira do troca-troca de Caruaru, numa ação do Governo do Estado através da Fundarpe com o Projeto "Cultura Livre nas Feiras". Os dois simulavam estar trocando pertences e divulgavam o show artístico com: Rogério Menezes e Raimundo Caetano; Banda de pífano Flor do Aracatí e forró com Valmir Silva. A ação ocorreu no dia 05 de maio de 2012. Confira fotos.







quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A DRAMATURGIA DO CORDEL

O ator e cordelista Nelson Lima, em 2011, esteve ministrando uma oficina de Dramaturgia do Cordel pelo Projeto Cordel nas Escolas, criação e idealização do poeta Hérlon Cavalcanti, com apoio da ACLC - Academia Caruaruense de Literatura de Cordel e parceria com a Secretaria de Educação do Município. A escola indicada foi o CAIC-Caruaru, com alunos do 6º e 7º ano. Nas fotos abaixo, Nelson teoriza, compartilhando uma apostila sobre dramaturgia. Os alunos aprendem a desconstruir o texto poético e construir o texto teatral. O cordel estudado escolhido foi "O Romance de João Cambadinho e a Princesa do Reino de Mira-Mar", autoria de Inácio Carioca.


Após as instruções os alunos se dividem em equipes e começam todo processo, sob a orientação do professor.




Depois do texto poético já codificado para teatro, segue-se as leituras, momento para examinar se não ficou muito diferente do texto original.



Distribuídos os personagens, alunos que optaram por interpretar passam a ler, separados por unidades de cena.





Nessa altura do trabalho inicia-se os oficinas de interpretação e criação de personagens.






Segue-se leitura dos textos escritos pale turma. Os alunos que optaram por participar das equipes técnicas, aproveitam para observarem e fazerem anotações.



Agora já é o momento dos alunos/atores se exercitarem no palco.



Equipes de cenografia e indumentária. Alunos/técnicos observam os colegas no palco e vão anotando ideias de cenário e vestimenta.


Aqui Nelson Lima instrui uma das equipes da técnica.

Nessa foto os alunos/técnicos que optaram pela cenografia já começam a esboçar o cenário.



Nessa, o pessoal da maquiagem começam a atuar. Na 1ª foto procuram identificar os tipos de personagens e nas outras duas, esboçam ideias.



Alunos/intérpretes passando texto.



A cenografia se definindo, últimos ajustes pelos alunos/técnicos.




Quando o auditório estava ocupado, os ensaios eram feitos na parte externa, para não interromper o processo.




Aqui, aqueles que optaram também pela maquiagem, começam a treinar aplicações de maquiagem teatral.





Com a cenografia definida, os alunos/técnicos, procuram no almoxarifado da Escola, elementos para montar o cenário.



Agora, começam a colocarem no palco os elementos cenográficos, conferindo cada detalhe traçado por eles mesmos.









Agora segue-se fotos da apresentação interna de uma das esquetes. Como estavam inseguros quanto ao texto, resolvemos fazer em estilo de Leitura Dramatizada.








Foi feito também uma esquete com criação de texto livre foi dada uma situação e os alunos/atores, a partir do laboratório, montaram uma esquete sobre a vivência de uma clínica médica.












 OBS. Nelson Lima também dispõe de uma versão dessa oficina só para professores de português, literatura, história. Contato com Nelson: nelsonteatrolima@gmail.com.br